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O mercado global de soluções Phygital, ou seja, a integração estratégica entre o mundo físico e o digital, vive uma ascensão sem precedentes. Estimativas da Virtue Market Research indicam que este setor deve dobrar de tamanho até 2030, atingindo a marca de US$ 52,5 bilhões. Em terras brasileiras, o cenário é igualmente fértil: dados da PwC revelam que 88% dos consumidores já utilizam tecnologias integradas no varejo, consolidando o país como um terreno pronto para a inovação urbana.
Nesse contexto, a ONE.LAB - residente do STATE - cresce como uma mediadora entre o espaço físico e o comportamento humano. Para a empresa, o equilíbrio entre inovação e responsabilidade começa com uma pergunta fundamental: "Para quem é o espaço que estamos criando?". Confira, abaixo, o Pitch da ONE.LAB, gravado no STATE STUDIOS - o hub de criação de conteúdo do STATE.
Essa premissa guia o desenvolvimento de projetos que priorizam a acessibilidade e a responsabilidade socioambiental, transformando a tecnologia em uma ferramenta de inclusão, e não em uma barreira. Para entender como fazem isso, entrevistamos Daniel Dantas, co-founder & co-CEO da ONE.LAB.
"Como regra em nosso negócio, precisamos sempre questionar e receber retorno sobre: PARA QUEM É O ESPAÇO QUE ESTAMOS CRIANDO. Com isso, criamos com base nessas premissas, porém, entendendo o espaço urbano, optamos sempre por oferecer ideias acessíveis e com responsabilidade social/ambiental."
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"Coletamos os dados a partir das nossas próprias criações. Em nossos produtos digitais, incluímos, sempre a captação de dados, sempre para validar e garantir a veracidade da operação, respeitando claro, a LGPD."
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"Acreditamos que QUALQUER PROJETO é possível de ser executado no Brasil, observando lógico, a cultura de nosso povo, muitas vezes diferente da global."
"Coletando os dados, conseguimos ter especificamente detalhes do público/target do nosso Cliente. O Brasil tem desafios urbanos muito específicos. O que muda quando vocês criam experiências para cidades brasileiras em comparação com projetos em outros países? Criativamente somos iguais, ou melhores rsrsrsrs. O que muda é a forma de interção. Por exemplo, nos EUA conseguimos não limitar a ação do público consumidor, entendendo que os direitos são respeitados. No Brasil, precisamos conduzir mais devagar a experiência, entendendo que a legislação não ajuda muito, mas, na realidade, o público interage de forma diferente, mas, não menos que os de fora."
"As telas de LED são parte da comunicação. O que é preciso entender é que elas são parte do processo, e não o TODO, ou seja, não adianta colocar telas em todos os lugares se não há uma definição clara do papel de cada uma."
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"Moldamos de acordo com o público e produto a ser testado. Com isso, conseguimos conduzir nosso público para uma experiência guiada mais realista e que realmente funciona."
"A modernização para nós é medida com a quantidade de dados que conseguimos coletar. Isso para nós é importante. E utilizamos a tecnologia para ajudar na captação de mais e mais dados, que são utilizados não somente para medir, mas, para melhorar a cada experiência a próxima experiência."
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"Nosso maior aprendizado é que a cada nova experiência, a necessidade de se melhorar a experiência. Isso vemos em cada novo projeto."
"Ainda precisamos moldar a experiência ao público, e conduzí-lo para ter uma boa experiência, para que Eles tenham exatamente o que imaginavam, e caso não tenham imaginado, possamos deixar claro qual a função daquele projeto na vida dele."

A Vila Leopoldina entra na rota da inovação de São Paulo. Em reportagem do Estadão, o bairro é retratado como polo de economia criativa e soluções urbanas, com o STATE como espaço de colaboração e futuro urbano em construção
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O mercado Phygital deve atingir US$ 52,5 bilhões até 2030. No Brasil, 88% dos consumidores já usam tecnologias integradas. Nesse cenário, a ONE.LAB, residente do STATE, une inovação e responsabilidade para transformar o espaço urbano.
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STATE é protagonista na recente reportagem do Estadão sobre a Vila Leopoldina. O texto destaca como o bairro, na zona oeste de SP, tornou-se um polo de economia criativa e soluções urbanas, unindo projetos sustentáveis ao desenvolvimento tecnológico e cultural