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Valinhos, Botucatu e Jaraguá do Sul lideram o ranking das cidades mais seguras do Brasil, conforme o Anuário 2024. O levantamento, baseado em dados do IBGE e do Ministério da Saúde, mostra que o estado de São Paulo se destaca com 22 das 30 cidades com menores taxas de homicídio.
Valinhos ocupa o primeiro lugar com apenas 0,9 homicídios por 100 mil habitantes, número muito abaixo da média nacional de 30. Esse cenário positivo é resultado de investimentos em policiamento comunitário e urbanização planejada, em contraste com as cidades mais violentas, localizadas nas regiões Norte e Nordeste, que sofrem com problemas sociais e criminalidade organizada.
AO PÉ DO OUVIDO
Cidades para pessoas

As ruas das cidades devem ser um espaço para as pessoas, e não apenas para os carros. Esse é o ponto central do episódio do podcast Cidades Caminháveis, que levantou a questão do uso democrático do espaço público.
O programa ouviu integrantes das organizações parceiras da Semana do Caminhar 2025: Ruas Abertas Para Pessoas, que trouxeram perspectivas de metrópoles como São Paulo e Belo Horizonte, além de Juiz de Fora. O debate destaca a importância de iniciativas que incentivam a retirada dos veículos de grandes avenidas para que esses espaços sejam devolvidos à população, promovendo mais segurança, lazer e convívio social.
SPOTLIGHT
Ciclo integrado

Segundo o novo relatório da Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA), as fontes renováveis mantiveram sua liderança em termos de custo nos mercados globais. O estudo revela que, em 2024, a energia eólica onshore foi 53% mais barata que a alternativa fóssil de menor custo, com um valor médio de US$ 0,034/kWh, enquanto a energia solar fotovoltaica se mostrou 41% mais barata, a US$ 0,043/kWh.
Além de se destacar pelo custo-benefício, o Brasil aparece como um dos principais mercados globais, figurando como o quarto maior em adições de capacidade renovável e mantendo alguns dos custos de geração mais baixos do mundo, com a eólica onshore a US$ 30/MWh e a solar fotovoltaica a US$ 48/MWh. A vantagem econômica das renováveis foi reforçada pelo Secretário-Geral da ONU, António Guterres, que classificou a energia limpa como uma "economia inteligente".
URBAN CITY
Liderança na reciclagem
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O Brasil consolidou sua posição como líder global em reciclagem de latinhas de alumínio ao atingir uma taxa de 97,3% em 2024, segundo dados da Recicla Latas, divulgados via Agência Brasil. Foram reaproveitadas 33,9 bilhões das 34,8 bilhões de unidades vendidas, mantendo o índice acima de 96% pelo 16º ano consecutivo.
O sistema é impulsionado por um eficiente modelo de logística reversa e pela atuação de cerca de 800 mil catadores de materiais recicláveis, que, apesar de sua contribuição essencial para a economia circular do país, reclamam da falta de reconhecimento e remuneração adequada por seu trabalho de coleta.
CURADORIA
Parceria contra o desperdício
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A rede de alimentos britânica, Iceland, lançou uma iniciativa inovadora para combater o desperdício, utilizando aplicativos como Olio e Gander. A partir deste mês, 900 de suas lojas alertarão os consumidores sobre produtos com preço reduzido devido à proximidade da data de validade.
A parceria, que já evitou o descarte de mais de 39 milhões de itens desde 2019, visa não só ajudar os clientes a economizarem, mas também a reduzir o impacto ambiental. Além disso, a iniciativa conta com voluntários para entregar os alimentos que seriam descartados a comunidades carentes, unindo tecnologia e sustentabilidade.
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